Filho Pródigo

Vemos na parábola do Filho Pródigo (Lc 15:11-32), uma atitude que deveria ser seguida por todos os que estão fora do Pai, longe de casa e da igreja.

Todos precisam voltar à Deus como estiverem, pois assim como o pai o recebeu ao seu filho sem restrições, assim Deus também o receberá com grande misericórdia.

Nesta parábola podemos extrair 5 importantes pontos de reflexão:

Houve uma conversão genuína e corajosa – "E, levantando-se foi para seu pai". Conversão é mudança de direção. Por isso, ele voltou. "… foi para seu pai" (vv. 20). Quanta coisa maravilhosa, diferente e transcedental passou ele a experimentar agora , enquanto voltava apara casa do pai que ele, por sua própria determinação, abandonara antes.

Arrependimento(vv. 18) – "levantar-me-ei e irei ter com meu pai…" É uma nova atitude. Nova disposição. Novo propósito. Conversão, envolve arrependimento, que é condição fundamental para o perdão dos pecados e salvação. Marcos enfatizou ao dizer "…O tempo está cumprido e o reino de Deus, está próximo: arrependei-vos e crede no evangelho." (Mc 1:15).

Confissão do pecado e de todas as demais indignidades. O moço em apreço declarou estar disposto a fazer uma confissão plena dos seus pecados (vv 18-19). Tenhamos a coragem de reconhecer o nosso pecado, confessá-lo e abandoná-lo, para não criar obstáculos à operação do Espírito Santo em nossas vidas. "Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nos mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós" (I Jo 1:8).

O filho volta com a disposição de uma entrega total de sua vida ao pai (vv 19b): "… trata-me como um dos teus trabalhadores". No discipulado cristão é assim: primeiro se é servo, escravo, depois se recebe tarefa específica para executar, conforme o apóstolo Paulo (Rm1:1).

Aprender nova postura – "E se indignou…" (vv. 28). Não só atitude do filho pródigo nos demosntra lições, mais o filho mais velho nos deixa uma atitude que devemos fugir. A atitude do filho mais velho era idêntica à dos fariseus que preocupavam-se com as atitudes externas e não com as internas. Suas palavras refletem uma justiça própria. Mas nós devemos ter a atitude do pai de misericórdia e perdão, não criticando mas demonstrando nosso amor e pré-disposição em ajudar a outra pessoa a superar suas dificuldades.

Muitas outras lições podem ser ainda extraídas dessa parábola, mas a maior das lições que podemos aprender é o amor ao próximo, aprendendo a perdoar e a compreender que se Deus nos tem sido perdoador e misericordioso, não devemos agir ao contrário com o nosso irmão. 
 

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