Espiritismo (by Renata)

 A doutrina espírita universal resume-se em 5 pontos básicos que servem de ponto de partida para as demais doutrinas:

Existência de Deus – Inteligência cósmica responsável pela criação e manutenção do Universo.
Existência do Espírito – ou alma, envolvido pelo perispírito, conservando a memória mesmo após a morte e assegurando identidade individual a cada pessoa.
Lei da reencarnação – Pela qual, todas as criaturas, sucessivamente vão evoluindo ao plano intelectual e moral, enquanto expiam os erros do passado.
Lei da Pluralidade de Mundos – A existência de vários planos habitados que oferecem um âmbito universal para a evolução do espírito.
Lei do Kharma – ou da casualidade moral, pela qual se interligam as vidas sucessivas do espírito, dando-se-lhes destino condizente aos seus atos praticados. Lei reencarnatória a qual todos estamos subordinados que dita a forma e os meios pelos quais será dado o retorno a um corpo material afim de resgatarmos nos erros (de existências passadas) e fazer cumprir boas ações ( na existência futura). Dharma é a lei de conduta na qual o espírito já encarnado, ou não tangem sua existência, afim de cumprir seus kharmas.

Algumas doutrinas Espíritas

Possibilidade de comunicação de espíritos mortos com os vivos – Deus, na sua Palavra condena tal prática, por ser enganosa. Pois são demônios que se fazem passar por pessoas mortas.

Reencarnação – Ato natural do ciclo de vida (morte renascimento), aperfeiçoamento do espírito e do próprio homem. Da qual várias existências são necessárias para se chegar ao equilíbrio evolutivo e aos diversos planos da espiritualidade. A Bíblia declara que aos homens, é permitido ou ordenado morrerem uma só vez, vindo depois disto o juízo (Hb 9:27-28). Os espíritos são classificados de 4 maneiras : imperfeitos (Kiumbas), bons, superiores e puros. Essa doutrina anula a idéia da salvação e invalida a obra redentora de Nosso Salvador Jesus Cristo.

Salvação – Crêem que se aperfeiçoam pela evolução espiritual através do sofrimento e pela prática de Boas Obras. A Bíblia nos mostra que a salvação só se alcança mediante a fé em Jesus Cristo como Salvador, e nunca meritoriamente.

Existência de diferentes mundos – para habitação dos espíritos em vários estágios de evolução espiritual. Em Jo 14:2 vemos Jesus dizer que "muito lugar", mostrando a emplitude do reino de Deus e não divisões comportamentais do universo.

Fora da caridade não há salvação – Em Ef 2:8-9, encontramos "Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é Dom de Deus. Não vem de obras para que ninguém se glorie". Paulo esclarece que as boas obras são conseqüência da vida daquele que é salvo por Cristo, e não a causa da sua salvação.

Deus (Zâmbi) existe, mas está longe demais e só se manifesta por meio de intermediários – os "guias". Em toda a Bíblia ensina que Deus nos busca, e quer comunhão conosco e nos é inteiramente acessível.

Jesus é um homem que alcançou grande desenvolvimento espiritual – Uma das grandes preocupações do diabo é tentar provar ao homem que Cristo não é Deus. O espiritismo julga ser, ele próprio, a "Terceira revelação", pretendendo ser o Espírito Santo prometido por Jesus. Afirma que a primeira revelação veio através de Moisés, a Segunda através de Jesus, a terceira é o espiritismo.

Cultos Espíritas

Umbanda

A Umbanda é um misto de espiritismo kardecista, catolicismo, budismo e mediunismo. Não tem um corpo de doutrinas definido e está se estabelecendo rapidamente no Brasil. Agrega elementos de bases africanas (culto aos orixás e ao espírito dos antepassados: pretos-velhos), indígenas (caboclos), que recebeu influência oriental (indiana, no que tange a reencarnação, o kharma e o dharma), e adquiriu elementos do cristianismo como a caridade, o aucílio ao próximo e outros ditos por Jesus Criso que no sincretismo religioso (associação dos santos Católicos aos Orixás africanos) consideramos com Oxalá.
Sue início se coloca entre a 1ª e 2ª metade do século XIX, junto ao candomblé. Os negros nas senzalas cantavam e dançavam para os orixás, embora os olhos dos brancos, eles estavam comemorando os santos católicos. Em meio a essas comemorações começaram a incorporar espíritos ditos pretos-velhos que iniciaram a ajuda espiritual e a do sofrimento material, àqueles que estavam no cativeiro. Embora houvesse uma certa resistência por parte de alguns, pois consideravam os espíritos incorporados como eguns (espírito de pessoas que já morreram e não são cultuados no candomblé), também houve admiração e devoção.
Com os escravos foragidos, forros e libertados pelas leis do Ventre Livre, Sexagenário e posteriormente a Lei Áurea, começou-se a montagem das tendas posteriormente terreiros. Ao passar o tempo a Umbanda foi se individualizando e se separando do candomblé, através dos pretos-velhos e caboclos, que guiaram seus "cavalos" no sentido de se formar a Cultura Umbandista, com sua forma e cultos próprios e diferenciados.
A influência umbandista também apareceu em outras religiões além do candomblé, no kardecismo, que por serem vistos como espíritos sem luz, tiveram que ser separados, apartir daí fundaram a primeira tenda chamada Nossa Senhora da Piedade, foi dado características de ordenação dos trabalhos e fincando bases doutrinárias umbandistas.
Os terreiros de Umbanda aparecem da noite para o dia, principalmente nos bairros mais pobres das cidades praticando a feitiçaria e prometendo resolver os problemas dos necessitados.
A palavra Umbanda quer dizer "do lado de Deus, ou do bem". Essencialmente é religião de magia e feitiçaria, politeísta, fetichista e mitológica, muito semelhante ao Candomblé.
Muitas ramificações são vistas: Umbanda traçada com Candomblé, Umbanda Esotérica, Umbanda traçada com quimbanda, Umbanda branca ( umbanda com cunho kardecista), umbanda de Mesa, Umbanda de caboclo, etc.
A tônica da Umbanda é a adoração e subserviência aos orixás (deuses) que aparecem sempre como forças divinizadas da natureza que se incorporam nos médiuns "evoluídos" para fazerem o bem. Quanto aos Exus (espíritos opressores ou obsessores), são representados em sua maioria por forças negativas representativas de tudo o que não é bom, como por exemplo: adultério, prostituição, pederastia, contendas, morte, maldade, etc. São estes últimos, os freqüentadores de encruzilhadas, cemitérios, florestas, pântanos e coisas desse jaez.
O orixá é adorado, servido e motivo de orgulho para o médium (ou cavalo), pessoa com Dom de incorporação, audição, fala, escrita (psicografia), visão voltados ao contato com os espíritos e orixás. O médium deve estar sempre atento as obrigações que deve fazer para seu orixá de cabeça (orixá que rege sua vida e sua coroa, mente, do médium). A ele se faz oferenda e para ele, banhos de purificação ou preparação do ambiente (casa ou terreiro) com insenso ou perfumes.
O exu é evitado. Quando em uma seção se incorpora, é logo afastado, muitas vezes depois de ser doutrinado. Em alguns terreiros aconselha-se fazer-lhe oferendas para que se afaste, em outros essa oferenda é feita para cobrir uma outra que já lhe foi feita e colocá-lo assim ao serviço do último ofertante.
Os orixás da umbanda são : Oxalá, Ogum, Oxossi, Iemanjá, Xango.

Tipos de Reuniões

a) Linha Branca – Muitas vezes se apresenta como Centro de Mesa. O dirigente fica sentado a uma mesa tendo ao redor os médiuns, pode ser um Babalaô (sacerdote masculino) ou Babá (sacerdote feminino). Quase sempre usam o nome de Jesus para dar abertura à reunião. Algumas mesas têm prefumes e flores; em raros casos também aparecem as velas.
Os médiuns concentram-se e sob sons de cânticos os pretos velhos e os caboclos se manifestam. Dê uma maneira geral não incorporam orixás para que não se misturem com os antepassados. Nesse tipo de reunião, pode-se consultar espíritos de pessoas que morreram recentemente.

b) Terreiro – O pai ou mãe de santo, normalmente vestido de branco, dirige a "gira" ao som de palmas e pontos. Todos se vestem de branco ou com a roupa preferida do seu guia e dançam sob o batuque do "atabaque" (espécie de tambor sagrado).
À medida que as entidades vão se incorporando, os médiuns vão ‘prestando a caridade" aos assistentes. A cada reunião, a evolução do médium é observada. Chegar a Babalaô (sacerdote masculino) ou Babá (sacerdote feminino) é o ideal da maioria deles. Dizemos da maioria, porque muitos estão ali forçados por um problema ou uma doença. Nesses casos, após uma conculta, lhes foi dito que precisavam desenvolver, que o mal era espiritual, etc. Dessa maneira muitos crédulos t6em se deixado arrastar para as teias malignas do espiritismo.
Explicações, passes e bençãos são dados aos interesseiros que se dirigem às reuniões nas horas de dificuldades. O "você precisa desenvolver" é muito comum, entretanto, após resolvido o problema a maioria não volta mais, até uma outra necessidade.
Sabemos que há muito charlatanismo nos terreiros e que podem existir muitas supostas manifestações, entretanto sabemos que na maioria dos casos os espíritos realmente incorporam; não espíritos de pessoas que morreram, mas demônios, iludindo ao povo e muitas vezes operando sobrenaturalmente.

Quimbanda

Umbanda e quimbanda são semelhantes. É muito comum a realização de sessões de quimbanda nos terreiros de umbanda. Embora sejam semelhantes não são iguais; embora usem frequëntemente os mesmos pontos e invoquem as mesmas entidades, há grande rivalidade, pelo menos teórica entre as duas. Somente quem já viveu nesse ambiente e participou de suas reuniões pode compreender exatamente a diferença existente. Na maioria da vezes nem os próprios "pais" ou "mães" de santos compreendem perfeitamente o limite entre um e outro culto.
A dificuldade existe por causa do grande sincronismo que existe entre as duas formas de espiritismo. Na maioria dos terreiros, vê-se uma mistura dos dois cultos, entretanto, analisando basicamente cada uma delas, podemos notar tendências diferentes em cada terreiro.
Os orixás da quimbanda são: Exu, Obaluayê, etc.

Cultos aos demônios

Os exus recebem vários nomes e atuam em vários lugares. Formam um exército numeroso e estão sob as ordens de Satanás a quem adoram abertamente principalmente na 2ª feira de carnaval. A satanás, são oferecidos trabalhos sangrentos e perversos. Coisa curiosa é que os quimbandistas têm satanás como chefe peincipal, mas crêem em Deus e têm São Miguel arcanjo, o protetor da Umbanda, como objeto do veneração.
Enquanto nos Evangelhos os demônios são combatidos, no espiritismo eles são servidos, agradados e até mesmo adorados, como no caso da quimbanda.
É muito comum, por exemplo, ver-se em uma sessão de Quimbanda, pessoas sob influência dos exus rasgarem com os dentes o pescoço de uma galinha, bebendo-lhe o sangue e usarem a pólvora para simbolicamente destruírem os seus inimigos.
Nesse culto demoníaco, há exus protetores de prostitutas, de pedrastas, de viciados, de valentões, de ladrões, etc. Muita bebida, principalmente cachaça (marafo) é consumida por seus adeptos, embora essa seja uma característica maior da Macumba.
O Candomblé, em cerimônias como o Ossê (purificação), Bori ( expiação), Otá (sacrifício), Ofertas das primícias, proibições de comer certas comidas e limpeza do acampamento, é uma mistificação demoníaca de práticas do Antigo Testamento para enganar o povo.

Candomblé

Candombé é um culto fetichista semelhante à quimbanda. Talvez você esteja se perguntando: Mas se a Umbanda é semelhante à Quimbanda e se a Quimbanda é semelhante ao Cabdomblé, todos então são semelhantes? Sim, todos são semelhantes, mas não iguais, conforme já comparamos a Umbanda com a Quimbanda.
É o mesmo espírito que opera nesses cultos: Satanás e Deus demôniios. Altera-se a forma, os nomes e os rituais, porém a essência é a mesma em todas as sessões onde se pratica o espiritismo, seja ele alto ou baixo, de mesa ou de terreiro, científico ou inculto.
Os orixás do candomblé são: Iasã, Oxumaré, Boiadeiros, etc.

O Ocultismo

O ocultismo no Candomblé é segredo mesmo para aqueles que o praticam. Praticamnete não existem livros sobre o candomblé, suas doutrinas, seus rituais e sua prática. O que se sabe a seu respeito, são declarações de pessoas que saíram daquele lamaçal e entregaram suas vidas ao Senhor Jesus Cristo. Acontecem coisas no Candomblé que fossem publicadas, a polícia, a saúde pública e até mesmo Organizações que lutam pelos direitos humanos tomariam providências a respeito.

Diferenças entre Umbanda, Quimbanda e Candomblé.

A Umbanda dedica-se à prática do bem, embora algumas vezes faça o mal a alguma pessoa. A Quimbanda preocupa-se muito mais em fazer o mal, atendendo solicitações de seus adeptos ou admiradores.
Uma das práticas mais comuns na Umbanda, é "desfazer" o trabalho ruim, normalmente feito pelos adeptos da Quimbanda. Na Quimbanda, uma das práticas mais comuns é reforçar ou fazer um trabalho maior do que foi feito na Umbanda no intuito de agradar mais aos exus para obter seus favores, para o bem ou para o mal. No candomblé. O âmago dos sacrifícios são as pedras que representam deuses e que após uma obrigação de sangue são batizadas com o nome do respectivo orixá.
Na Umbanda, as flores, velas, perfumes e enfeitesa predominam nas oferendas. Na Quimbanda, a predominância está no sangue, no sacrifício de animais. O sangue do Candomblé é verde. Seu segredo baseia-se nas folhas e ervas que usam nos trabalhos. Umas se destinam a fazer o mal, outras o bem. A maioria delas vem da África, por contrabando. Mistura de ervas com pós, terra de lugares santos, pedras e coisas desse tipo são feitas para a obtenção de várias finalidades. Pó do amor; bebida para fechar o corpo; pó da sedução; banhos para afastarem mau olhado, inveja ou para receberem benefícios, são receitados por suas mães de santos ou babás. É claro que por trás disso tudo existe um grande comércio de bugingangas na exploração da ingênua fé do povo.
Na Umbanda, as cores branco e azul são as preferidas. Na Quimbanda, o preto e o vermelho predominam.
A Umbanda se divide em sete linhas (agrupamentos de espíritos que trabalham nas macumbas), que se dividem em sete falanges, que po sua ves se subdividem falanges pequenas. Cada falange pequena se divde ainda em sete grupos, etc. Cada linha é chefiada por um orixá (caboclos com nomes de santos. Até o nome de Jesus é usado) e cada falange, por um ogum (espíritos de índios que têm a finalidade de fazerem o trabalho de demanda). A Quimbanda tem a mesma divisão sistemática da Umbanda, sendo que os chefes das linhas e falanges são Exus. Exu é uma divindade diabólica na mitologia africana, o mesmo que diabo ou espírito maligno, que segundo eles, também fazem o bem…
Frase comum na Umbanda: "Deus é pai de todos…" ou ainda "Dê de graça, o que de graça recebestes: com amor, humildade, caridade e fé." Frase comum na Quimbanda "Deus é bom mas o diabo não é mau."
O Umbandista, achando o "orixá" poderoso demais para ser facilmente invocado, chama espíritos desencarnados e espíritos menores para os representarem. O quimbandista adora ao Exu, ao próprio satanás, a quem faz oferendas, embora creiam também nos orixás. O candomblista tem os orixás como deuses ou espíritos bons, suplicados para o cliente conseguir favores. Faz-se sacrifícios e oferendas aos exus, mas somente para afastá-los. O Candomblé não invoca "pretos velhos" ou "almas", pois como já dissemos, os orixás constituem sua principal veneração.
Por trás dos sacrifícios sangrentos do Candomblé, das oferendas de comida e dos banhos, há um poder maligno que quer controlar e destruir a vida de seus seguidores.
A prática de "fazer cabeça" é uma maneira de se vender a alma ao orixá. É uma chantagem diabólica que obriga a pessoa a renunciar, enquanto vice à sua própria salvação. Daí os adeptos do Candomblé julgarem que nunca mais o poderão deixar.

Macumba

O termo é genérico e comumente empregado em relação a Umbanda, quimbanda, Vodu, bem como aos seus rituais ou oferendas. É chamado candomblé (Bahia); tambor-de mina, tambor-crioulo (Maranhão); xangô (Pernambuco, Alagoas); babaçuê (Pará); Curimba etc.
Os espíritas praticantes de qualquer dos cultos acima citados, preferem considerar a macumba como uma forma profana e liberal na prática do mediunismo.
De modo geral, pode-se considerar como Macumba, o culto fetichista, de origem africana, e de prática popular, sem normas, formas, doutrinas ou proibições.
Acontece de tudo nos terreiros de macumba. Há uma mistura de orixás, exus, preto-velhos, almas desencarnadas, espíritos de luz, etc. De acordo com cada terreiro, são aceitos ou rejeitados ou comungam da mesma maneira todos os espíritos.
Quanto aos rituais, assimilam dos demais cultos espíritas as suas práticas, porém sem nenhum compromisso sério. Fazem de tudo. No rio de janeiro, principalmente na Baixada Fluminense e em são paulo, na chamada periferia, esses terreiros são muito comuns. Ë claro que as "tendências" de cada terreiro estão de acordo com os princípios do pai ou mãe de santo que os dirige.
A prática desse culto, como os demais cultos africanos, começou aqui no Brasil com os escravos africanos. Após a Lei Áurea, continuaram a praticar o culto que foi aos poucos angariando adeptos, principalmente dentre os pobres e favelados.
Hoje, pode-se ver muita "gente boa" nessas reuniões. Filas de carros se fazem defronte a terreiros de macumba, oriundos de todas as partes da cidade. É comum observar-se com tristeza, dentre os praticantes, inclusive, muitas crianças de colo…

As sessões de Macumba

As sessões são também chamadas giras ou engiras de um modo geral seguem a seguinte ordem:

Limpeza espiritual do terreiro com defumador. O cambono (auxiliar) defuma primeiramente médium por médium, depois o terreiro e às vezes também os assistentes. Chamam isso de "descarga".
Cumprimentos pelos médiuns ao bablaô (chefe do terreiro) e aos atabaques (homens que tocam um tambor com esse nome).
O ogã (elemento que puxa o ponto) inicia os cânticos de pontos com os quais saúdam os orixás.
Prece de abertura onde oxalá (Jesus) e os orixás dão licança para a realização da sessão.
Ponto para despachar o exu (satanás) e chamada dos guias. Há terreiros que realizam sessões separadas para caboclos, orixás e exus, estes últimos normalmente têm sessão às sextas-feiras à meia-noite.
Manifestações de guias, danças, passes, consultas, brincadeiras, etc.

Oferendas

Na macumba, o "guia" exige oferendas. Marca dia e hora e local para que ela seja entregue e costuma se manifestar na hora em que o macumbeiro a coloca no lugar indicado.
A isto chama-se também obrigação, que serve para atender um pedido ou uma praga em favor de algo recebido. Também faz parte da comunhão entre o médium e seu guia.
Essas oferendas são compostas de elementos de acordo com a vontade de cada "guia". Farofa, pipoca, cachaça ou outras bebidas costumam ser comuns.

Descargas

Os macumbeiros chamam de descarga ao Qua imaginam ser o afastamento das más influências. Elas podem ser feitas com defumações, banhos, riscos ou com a entrega de oferendas que normalmente são feitas nas matas, no mar, nos rios, em cemitérios ou encruzilhadas. A pólvora também costuma ser usada para as "descargas mais pesadas".

O segredo do espiritismo

O grande segredo do espiritismo, nas suas diversas formas, é abrir a vida às forças do inferno e ficar escravo dos espíritos, pagando um preço incrível pelos favores que o diabo presta.

Advertências Bíblicas

Não cultuar aos astros nem forças celestes (Dt 4:19).
Não conservar material dessas religiões falsas (Dt 13:17).
Não mutilar o corpo (Dt 18:9-12).
Não praticar a feitiçaria (Dt 18:9-12).
Não consultar aos astros – horóscopos (Is 47:13).
Não praticar o espiritismo sob qualquer forma (Dt 32:17,20-21, 39 e II Cr 33:6).
Não servir a mais ninguém, além de Deus (Js 24:20).
Não queimar incenso (II Rs 22:17)
Não sacrificar animais ( Sl 50:9 e Is 1:11).
Não entrarão no céu os feiticeiros e idólatras (Ap 22:15).
Bibliografia:

Religiões, seitas e heresias – J.Cabral – Ed. Universal
Texto extraídos da Internet – Homepage da Federação de Umbanda do Rio de Janeiro
 
 

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