Terceira Viagem Missionária de Paulo

Depois de algum tempo em Antioquia, o apóstolo Paulo, talvez no ano 54, deu início à sua terceira viagem, primeiro atravessou a região da Galácia e da Frígia a fim de fortalecer os discípulos, depois vai a Éfeso. Parece que a anterior proibição de pregar o evangelho na Ásia, havia sido removida. Paulo em Éfeso permaneceu três meses ensinado na sinagoga, e depois durante dois anos na escola de certo Tirano. O seu trabalho nesta cidade notabilizou-se pela riqueza de instrução, pela operação de potentes milagres, pelos resultados obtidos entre os gentios e os principais da Ásia, pela constância e feroz perseguição e finalmente pelo cuidado que tinha de todas as igrejas.

Em Corinto, o apóstolo soube dos ataques que lhe faziam e à sua doutrina os mestres judaizantes da Galácia, o que deu margem a epístola aos Gálatas, na qual defende a sua autoridade apostólica e dos primeiros ensinos formais sobre a doutrina da graça. O estado da igreja de Corinto também lhe deu motivo a constantes aflições. A primeira epístola aos Coríntios foi escrita de modo a mostrar a sabedoria prática do apóstolo; no modo de instruir e disciplinar as igrejas nascentes.

Antes de sair de Éfeso enviou Tito a Corinto, talvez levando instruções sobre o caso de um membro refratário da igreja. Tito deveria encontrar-se outra vez com o apóstolo em Trôade. Faltando a este encontro, Paulo passou para a Macedônia, muito ansioso, aonde haviam chegado Timóteo e Erasto At 19:22.

Finalmente Tito chegou ao encontro desejado, 2 Co 2:12-14; 7:5-16, levando boas notícias, que inspiraram Paulo a escrever a segunda carta na qual consta a mais completa biográfia. Da Macedônia seguiu para Corinto , onde foi passar o inverno do ano 57-58. Durante a sua estada, completou o serviço de organização e regulou disciplina da igreja. Foi ainda memorável a visita que ele fez a Corinto, porque nessa ocasiào é que ele escreveu a epístola aos romanos, em que expõe com toda a clareza a doutrina referente à salvação da alma. Evidentemente, considerava a cidade de Roma como o ponto culminante de suas operações mas não podia ir já, porque tinha necessidade de voltar a Jerusalém para levar ofertas das igrejas dos gentios à igreja mãe. O trabalho cristão já havia sido iniciado em Roma, e continuava a ser feito pelos amigos de Paulo, Rm 16.

Agora inicia a sua última viagem a Jerusalém, acompanhado de amigos, representantes das várias igrejas dos gentios. O trabalho do apóstolo entre os gentios sofreu grande oposição da parte dos judeus e até mesmo de cristãos vindos do judaismo que tentavam desprestigiá-lo. Resultou daí o plano de provar lealdade das igrjas dos gentios, induzindo-as a enviar ofertas liberais aos pobres da Judéia, foi para este fim que ele e seus amigos saíram de Corinto com destino a Jerusalém. O seu primeiro plano era navegar diretamente para a Síria, mas uma conspiração dos judeus, o obrigou a voltar pela Macedônia. Demorou-se em Filipos enquanto que seus companheiros caminhavam para Trôade. Depois da festa da páscoa ele e Lucas foram para trôade, onde os companheiros o esperavam e onde se demoraram sete dias. Havia lá uma igreja.

De Trôade caminhou Paulo para Assôs que ficava distante cerca de vinte milhas, para onde haviam embarcado seus companheiros. Deste porto navegaram para Mitilene que ficava na costa ocidental da ilha da Lesbos, e costeando pela banda do sul, passaram entre a terra firme e a ilha e no outro, chegaram a Mileto. esta cidade estava a 36 milhas de Éfeso e, como Paulo tivesse pressa, resolveu não ir lá, e por isso, mandou chamar os presbíteros da igreja. Em Mileto fez as suas despedidas de modo muito emocionante, At 20:18-35.

Partindo de Mileto, o navio seguiu diretamente a Cós, ilha situada a 40 milhas para o sul, no dia seguinte chegaram a Rodes, distante 50 milhas de Cós, de Rodes passaram a Pátara, nas costas da Lícia. Encontrando um navio que passaca à Fenícia, entraram nele, e fizeram à vela. Depois de estarem à vista de Chipre deixando-a à esquerda, chegaram a Tiro, onde se demoraram sete dias. Inspirados pelo Espírito Santo, os discípulos, instavam com Paulo para não ir a Jerusalém. Depois da despedida, partiram para Ptolemaida, que hoje se chama Acre e no dia seguinte chegaram a Cesaréia, hospedando-se na casa de Filipe, o evangelista. Aqui também o profeta Ágabo, que tempo antes havia profetizado a fome, tomando a cinta de Paulo, e atando-se os pés e as mãos disse: "Assim atarão os judeus em Jerusalém, ao dono da cinta e o entregarão nas mãos dos gentios." Apesar dessas predições, Paulo seguiu viagem, acompanhado dos irmãos, e assim terminou a terceira viagem missionária.

Em breve se cumpriram as palavras de Ágabo. A princípio foi bem recebido pelos irmãos. No seguinte dia à sua chegada, foi à casa de Tiago, irmão do Senhor, onde se haviam congregado os anciãos, aos quais contou todas as coisas, que Deus tinha feito entre os gentios por seu ministério.

Ouvindo isto, engrandeceram a Deus. Ao mesmo tempo disseram-lhe os irmãos que muitos dos judeus que estavam entre os gentios, haviam dado más notícias a seu respeito, que punham em dúvida a sua fidelidade às leis de Moisés. Era necessário, pois que ele desse provas visíveis que o justificassem. Aconselharam-no a que tomasse consigo quatro varões que tinham voto sobre si, que os levasse ao templo, que se santificasse com eles e fizesse as despesas da cerimônia. A isto, Paulo acedeu de bom grado porque era seu desejo agradar aos judeus. A cerimônia era pouco mais do que a que havia feito em Corinto. Conquanto o apóstolo insistisse em que os gentios não eram obrigados às cerimônias judaicas, e nenhum dos cristãos vindos do judaísmo não mais estava na obrigação de observá-las, ele contudo reserva-se o direito de praticar, ou não, certas cerimônias de acordo com as circunstâncias. Este ato, portanto, não era inconsistente com seu proceder em outras ocasiões. Mas o expediente não surtiu efeito. Certos judeus da Ásia o viram no templo e deram alarma. Acusaram-no de haver introduzido gentios no templo, amotinaram todo o povo dizendo que havia profanado o lugar santo. Seguiu-se um tumulto. O povo arrastou a Paulo para fora do templo e o teriam assassinado, se o tribuno Claúdio Lísias não tivesse corrido para o lugar do conflito, arrebatando a Paulo nas mãos do povo e fazendo-o liar com cadeias o meteu na prisão. Paulo, com permisssão do tribuno, pondo-se em pé sobre os degraus, fez sinal ao povo com a mão para falar. Quando o tribuno consentiu que Paulo falasse ao povo, o que ele fez em língua hebraica. Contou a história do seu nascimento, da sua vida e da sua conversão, até o ponto em que falou em nações de longe, quando romperam em gritos para que o matassem. Neste ponto o tribuno mandou recolher à cidadela, e que o açoitassem e lhe dessem tormento. Tendo-o liado com as correias, disse Paulo a um centurião: "É vos permitido açoitar um cidadão romano e que não foi julgado?" Sabendo disto Lísias, o mandou desatar, ordenando que o conselho dos sacerdotes tomassem conhecimento do caso. O comparecimento de Paulo perante o conselho provocou novo tumulto.

O apóstolo estava agora defendendo a vida não podia esperar justiça. Se fosse condenado, o tribuno Lísias entregá-lo-ia para ser executado. Com muita habilidade dividiu a opinião de seus inimigos; dizendo que professava ser fariseu, e queriam condená-lo por pregar a ressurreição dos mortos. Isto era verdade, até certo ponto, prestava-se aos fins em vista. O ódio entre fariseus e saduceus era mais forte do que os dois juntos contra Paulo. As duas seitas tomaram posições opostas. o tribuno, receando que Paulo fosse trocidado entre as duas facções, mandou que os soldados o arrebatassem das mãos da multidão e o metessem na prisão. Naquela noite, o Senhor apareceu a Paulo em visão, dizendo-lhe: ‘Coragem! porque assim como deste testemunho em Jerusalém assim importa que também o dês em Roma" At 23:11. A morte de Paulo estava decretado devendo efetuar-se de modo inesperado. Alguns dos judeus combinaram em pedir ao tribuno que mais uma vez mandasse vir o prisioneiro perante o concílio. um filho da irmã de Paulo soube do plano e informou a seu tio que por sua vez mandou o pequeno dar notícia ao tribuno, 12_22. por este motivo, Lísias mandou aprontar forte contingente de tropas para conduzir Paulo a Cesaréia, com uma carta ao presidente Félix, para que ele resolvesse o caso. Quando Félix soube que o acusado era da Cilícia, determinou que se esperasse a vinda dos acusadores. Entretanto, conservou-o em segurança no palácio de Herodes, que servia de pretório, ou residência do procurador. Passaram-se dois anos de prisão em Cesaréia. Quando os judeus compareceram peranta Félix, fizeram uma acusação em termos gerais, dizendo que Paulo era sedicioso, que havia profanado o templo, e queixaram-se da violência com que o tribuno Lísias o havia arrebatado das suas mãos, At 24:1-9. A isto, Paulo respondeu com formal negação, apelando para o testemunho de seus acusadores, 10-21. Félix estava perfeitamente informado, e sabia que Paulo não havia cometido nenhum crime que merecesse à morte. Despediu os acusadores adiando o julgamento para quando chegasse o tribuno Lísias. E mandou a um centurião que o tivesse em custódia sem tanto aperto e sem proibir que os seus o servissem.

Passados alguns dias, vindo Félix com sua mulher Drusila, que era judia, mandou chamar a Paulo e o esteve ouvindo falar da fé que há em Jesus Cristo. O apóstoo parece ter exercido estranha fascinação sobre o procurador que tremeu na sua presença, prometendo ouvi-lo de novo quando tivesse tempo. Esperava também que Paulo lhe desse algum dinheiro em troca de sua liberdade. O apóstolo não quis subornar o procurador, que adiou o julgamento. Dois anos depois, veio Pórcia Festo substituí-lo no governo, e Paulo ainda estava na prisão. Os judeus esperavam que o novo governador lhes fosse mais favorável do que o tinha sido Félix. Festo recusou-se a enviar Paulo a Jerusalém para ser julgado que estando preso em Cesaréia, partiria para lá dentro de poucos dias, a fim de tomar conhecimento das acusações, At 25:1-6. Ainda desta vez nada puderam provar, Paulo continuava afirmando a sua inocência, 7-8. Festo, querendo agradar aos judeus, perguntou Paulo se queria ser julgado em Jerusalém. Sabendo que a sua vida corria perigo se fosse ali julgado, serviu-se de seus privilégios de cidadão romano e apelou para César, 9-11. Por este modo o julgamento escapou das mãos do procurador, e o prisioneiro tinha de ser remetido para Roma. Antes da saída de Paulo, Agripa II e sua irmã Berenice vieram visitar a Festo talvez por motivo de sua nomeação.

O novo procurador que não era muito versado em controvérsias judaicas e como tinha de enviar ao imperador um relatório de informações sobre o caso, contou a Agripa o caso de Paulo. Por sua vez, o rei mostrou desejos de saber o que o prisioneiro dizia em sua defesa. Arranjaram-se as coisas de modo que Paulo comparecesse a uma assembléia. Agripa era versado em casos de doutrina e poderia servir de muito para instruir o relatório que o procurador tinha de mandar para Roma, 12-27. A defesa de Paulo perante o rei Agripa, é um dos seus mais notáveis discursos. Nele revela as qualidades de homem de elevada educação, a eloqüência de orador e firmeza de cristão. Passa revista ao seu passado a fim de provar que e todos os seus atos, procurou sempre servir a Deus, e que a sua carreira como cristão, não só obedecia a uma direção divina, como ao cumprimento das profecias, At 26:1-23. Quando Festo interrompeu exclamendo: "Tu estas louco, Paulo", apelou energicamente para Agripa. Porém o rei estava disposto a ser simples observador e crítico do que ele julgava ser um novo fanatismo, e respondeu com uma frase de desprezo: "Por pouco me persuades a me fazer cristão", 28. Contudo estava convencido de que Paulo não tinha crime e que poderia ser posto em liberdade se não tivesse apelado para César, 31-32. No outono do mesmo ano, Paulo foi enviado para Roma, confiando juntamente com outros presos ao cuidado de um centurião chamado Júlio, da corte Augusta. Lucas foi seu companheiro juntamente com Aristarco de Tessalônica, 27:1-2.

O apóstolo foi tratado com muita cortesia pelo centurião. Embarcando em um navio de Adrumete, chegaram à Sidom, donde partiram para a Mirra na Lícia. E achando ali o centurião um navio de Alexandria, que ia para itália, embarcaram nele.

Os ventos não eram favoráveis, e por isso foram obrigados a navegar lentamente e apenas puderam avistar a Cnido na costa da Cária. Tomando o rumo sul, foram costeando a ilha de Creta, junto a Salmona; navegando com dificuldade ao longo da costa, abordaram um lugar a que chamam Bons Portos, At 27:3-8. Havia passado o jejum do décimo dia do mês de Tisri, o dia da expiação, e quando chegavam ao termo da viagem. o tempo continuava ameaçador. Paulo mostrou a inconveniência de continuar a viagem, mas o centurião deu mais crédito ao mestre e ao piloto do navio que eram de parecer contrário e desejavam chegar a Fênix e invernar ali por ser porto de Creta, onde havia bom ancoradoro, 9-12. Mas logo que largaram de Bons Portos veio contra a ilha um tufão de vento, chamado Euro-aquilão que arrojou a nau para o sul, indo dar a uma pequena ilha chamada Clauda (a moderna Gozzo). Alijada que foi a carga, e os aparelhos do navio, correram assim durante catorze dias à mercê dos ventos para os lados do ocidente. Paulo mostrava-se animado e animava os companheiros, porque o Senhor lhe havia revelado em sonhos que nenhum deles havia de perecer, 13-26. Lançando eles a sonda, perceberam que estavam perto da terra, e lançando as quatro âncoras, esperavam que viesse o dia. Como tivesse aclarado o dia, não conheceram a terra; somente viram uma enseada que tinha ribeira, na qual intentavam encalhar o navio. Pelo que, tendo levantado âncoras, se entregaram ao mar, e se encaminharam à praia, 27-40. O navio deu numa língua de terra; a prova afincada permanecia imóvel, ao mesmo tempo qe a polpa se abria com a força do mar. Todos se lançaram às ondas; e , como Paulo havia dito, nenhum deles pereceu, 41-44.

Nesta emocionante aventura, o proceder de Paulo ilustra muito bem a coragem de um cristão e a influência que um homem de fé exerce sobre os outros indivíduos, em tempos de perigo. A terra a que haviam chegado era a ilha de Melita que hoje se apelida Malta, situada a 58 milhas ao sul da Sicília, cujos habitantes receberam os náufragos com muita cordialidade. O procedimento maravilhoso de Paulo ganhou para ele muita honra e simpatia, At 28:1-10. Três meses depois, embarcaram em um navio de Alexandria que tinha invernado na ilha, no qual arribaram a Siracusa, onde ficaram três dias. De lá, correndo a costa, foram a Régio, e dois dias mais, apostaram a Potéoli, a sudoeste da Itália. Ali Paulo, encontrou irmãos em cuja companhia se demorou sete dias, 11-14. Entretanto a notícia chegou a Roma. Os irmãos vieram encontrá-lo à praça de Ápio e às Três Vendas, nomes de dois lugares distantes de Roma, 43 e 33 milhas, respecivamente. O centurião entregou os prisioneiros ao capitão da guarda, que era o prefeito da gruada pretoriana, cargo este exercido nesta ocasião, pelo célebre Burro. Paulo ficou sob a guarda de um soldado com licença de habitar onde quisesse, 28:16; Fp 1:7,13. As apelações para César eram atendidas com muita morosidade. Dois anos inteiros permaneceu Paulo em um apodento que alugara, onde recebia a todos que o queriam ver, 28:30. E assim termina a narrativa da primeira detenção de Paulo em Roma. Os Atos dos Apóstolos concluem dizendo que, passados três dias, convocou Paulo os principais dos judeus para informá-los dos motivos de sua prisão na capital, tendo-lhe aprazado dia para dar testemunho do Reino de Deus, convencendo-os a respeito de Jesus, pela lei de Moisés e pelos profetas, desde pela manhã até a tarde. Como não o quisessem crer, declarou mais uma vez que aos Gentios era enviada esta salvação. A prisão não o impedia de exercer a sua atividade missionária, 28:17-31. A epístolas que ele escreveu neste período, iluminam mais de perto esta fase de sua história; são as epístolas aos Colossenses, Filemom, aos Efésios e aos Filipenses.

Apesar de suas cadeias, pregava o Evangelho: estando em cadeias fazia o ofício de embaixador, Ef 6:20. Pedia a seus amigos que orassem a Deus para que se lhe abrisse a porta da palavra para anunciar o mistério de Cristo, Cl 4:3. Em Onésimo, escravo fugido, vemos um exemplo vivo do fruto de seu trabalho, Fm 10. À medida que o tempo corria, aumentava também o seu trabalho. Escreveu aos Fp 1:12-13, que todas as cousas que lhe tinham acontecido haviam contribuído para proveito do Evangelho, de maneira que suas prisões tinham feito notórias em Cristo por toda a corte do imperador e em todos os outros lugares.

O livro dos Atos, termina deixando a Paulo na prisão em Roma. Existem abundantes provas que nos levam a crer que ao cabo de dois anos, foi solto, continuando as suas viagens missionárias. As provas referidas podem ser condensadas da seguinte forma:
1) Os versículos finais de Atos acomodam-se melhor com esta idéia do que, pensando que a prisão do apóstolo terminou pela condenação e morte.
2) Na epístola aos Fp 1:25; 2: 17, 24, em Fm 22, diz claramente que cedo ficaria livre. Esta esperança encontra apoio no tratamento recebido dos oficiais romanos.

Apesar de serem muito incertos os movimentos do apóstolo durante o final de sua existênia, as epístolas neste período, dizem o bastante para sabermos que empregava a sua atividade, evangelizando novas regiões e fundando igrejas nos moldes das já existentes, perfeitamente organizadas. Saiba que pouco lhe restava de vida, e que as igrejas ficariam expostas a novos perigos, tanto internos como externos. 
 

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